OLIMPÍADA NACIONAL DE HISTÓRIA DO BRASIL – Equipe “Plutão já foi planeta” conquista medalha de bronze na última fase da competição

por Virginia publicado 01/09/2017 11h05, última modificação 01/09/2017 11h17
A delegação do Campus Boa Vista do Instituto Federal de Roraima que participou, no período de 19 a 20 de agosto, da Olimpíada Nacional de História do Brasil (ONHB) retorna para casa com uma medalha de bronze.
OLIMPÍADA NACIONAL DE HISTÓRIA DO BRASIL – Equipe “Plutão já foi planeta” conquista medalha de bronze na última fase da competição

Na primeira fase da ONHB, o IFRR classificou as equipes “Coqueiro que dá coco” (1.ª colocada no Estado de Roraima), “É aqui o curso de miçangas?” (1.ª equipe de escola pública da Região Norte) e “Plutão já foi planeta”.

Após alguns contratempos, como a perda do voo de ida para Campinas, o embarque sofrido em outra companhia aérea, a realização de sorteio para saber quem embarcaria, já que não tinha vagas suficientes, e a possibilidade de não realizar a prova por conta de desfalques nas equipes e do atraso na chegada, a delegação do Campus Boa Vista do Instituto Federal de Roraima que participou, no período de 19 a 20 de agosto, da Olimpíada Nacional de História do Brasil (ONHB) retorna para casa com uma medalha de bronze.

Prova Os integrantes que embarcaram separadamente dos colegas não chegaram a tempo de fazer a prova no sábado pela manhã, mas a fizeram, com os sabatistas, depois das 18 horas. E, mesmo com a ajuda da comissão organizadora da ONHB, o cansaço influenciou no desempenho das equipes, que acabaram não obtendo um bom resultado.

A professora Rafaella da Silva Pereira, responsável pelas equipes na competição, disse que, infelizmente, já esperava que a situação de estresse à qual os alunos foram submetidos os prejudicaria na hora da prova. “Eles reclamaram da dificuldade de concentração e interpretação da prova, pois estavam muito cansados devido às horas de viagem e noites mal dormidas”, lamentou.

Rafaella também sentiu o estresse e precisou de atendimento médico durante o evento, afinal manter-se firme, tendo que demonstrar segurança para os alunos, nem sempre é tarefa fácil para os professores diante de tantos imprevistos. Mas, no final tudo deu certo!

Medalha – Mas a melhor surpresa ainda estava por vir, pois a equipe “Plutão já foi planeta”, cujos integrantes estavam mais descansados por terem chegado mais cedo em Campinas, conquistou a medalha de bronze. “Para nós, o resultado foi uma grata surpresa, já que a equipe não havia se classificado com uma das favoritas do IFRR. No entanto, a condição física dos integrantes favoreceu”, explicou Rafaella.

A professora acrescentou que a alegria pela medalha não foi plena, pois os alunos das equipes “Aqui é o curso de miçangas?” e “Coqueiro que dá coco” estavam preparados para ganhar medalha de ouro. “Recebemos o resultado da medalha de bronze com um misto de alegria e tristeza, pois os meninos vinham se preparando para ganhar a medalha de ouro. Eles estavam estudando muito, até porque este é o último ano deles na instituição, mas tivemos um resultado até muito bom diante das condições adversas”, disse, acrescentando que o IFRR se destacou no cenário regional e no nacional por ser uma das duas únicas instituições medalhistas da Região Norte. A outra era do Estado do Pará. “Foi uma verdadeira conquista! O Ceará e o Rio Grande do Norte levaram quase todas as medalhas, mas nós conseguimos conquistar nosso espaço e deixar nosso nome em destaque na Região Amazônica. Agradeço tudo o que vivemos, a experiência e, sobretudo, a ajuda de todos os colegas que apoiaram nossa participação no evento. Esse resultado, mesmo que singelo, é importante para nossa instituição, pois representa o espírito de equipe, de um grande time que somos. Esperamos que, no próximo ano, consigamos participar do evento e dar mais alegrias a todos do IFRR. Foi uma conquista de todos nós!”, finalizou.

Na primeira fase da ONHB, o IFRR classificou as equipes “Coqueiro que dá coco” (1.ª colocada no Estado de Roraima), “É aqui o curso de miçangas?” (1.ª equipe de escola pública da Região Norte) e “Plutão já foi planeta”. A expectativa é que, no ano que vem, os alunos continuem participando das olimpíadas nacionais e trazendo excelentes resultados, que ajudam a elevar o nome da instituição tanto no cenário local quanto no regional e no nacional.

 

Virginia Albuquerque

Foto: Jornal Estadão

CCS/Campus Boa Vista

31/8/2017